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Manuela participa do último debate do primeiro turno, na rádio Gaúcha

Manuela d’Ávila participou, na noite desta quinta-feira (12), do último debate do primeiro turno, promovido pela rádio Gaúcha em formato drive in. Na primeira manifestação, a candidata lembrou sua trajetória como vereadora, deputada federal e estadual. Reforçou que sempre acreditou na luta por justiça social e, na prefeitura, vai trabalhar para garantir mais igualdade. “Eu não me conformo que minha filha de cinco anos tenha vaga em creche e 13 mil crianças não”, disse.

Na sequência, Manuela salientou que seu governo vai buscar a gestão própria da vacina contra o coronavírus, considerando que o governo federal usa o imunizante como instrumento político e ideológico. O segundo bloco foi destinado a uma pergunta de ouvinte, que questionou a candidata sobre a presença dos flanelinhas nas ruas da cidade. Ela apontou que a situação deles e o aumento da informalidade no Centro são ligados ao desemprego na cidade. “Porto Alegre tem 18% da população desempregada há mais de dois anos. Isso faz com que as pessoas busquem alternativas. Eu vou lutar para garantir a qualificação profissional, trabalho e renda”. 

Os trabalhadores da saúde e o Imesf voltaram a ser pauta no debate. Manuela criticou a atual gestão pela falta de estabilidade nas ações em meio a pandemia, a guerra travada contra trabalhadores do Instituto e as demissões impostas em meio a crise sanitária. “Somos contra as terceirizações, defendemos a gestão pública da saúde, com postos abertos nas comunidades, sem interrupção de atendimento”, salientou. 

No último bloco, Manuela falou sobre algumas de suas propostas para as mulheres. “O feminicídio é uma realidade, exige atenção. No meu programa e do Rossetto, queremos criar três casas da mulher, descentralizar as que existem e evitar que as mulheres e seus filhos sofram novas violências”, finalizou. 

Manuela teve dois direitos de resposta concedidos no debate, em razão das agressões proferidas por um dos candidatos. Uma onda de solidariedade se formou em torno da candidatura devido às afirmações machistas, misóginas e desprovidas de respeito por parte do candidato em questão, que atacou a candidata em todos debates promovidos por emissoras ao longo do primeiro turno. Manuela agradeceu o apoio em suas redes sociais na sexta-feira pela manhã.

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